Diálogos entre comissões: CPAS e COF se reúnem para alinhar estratégias sobre a atuação da Psicologia na Assistência Social

Diálogos entre comissões: CPAS e COF se reúnem para alinhar estratégias sobre a atuação da Psicologia na Assistência Social

Hoje, 04/02, a Comissão de Psicologia e Assistência Social (CPAS) do CRP-12 realizou uma reunião estratégica com a Comissão de Orientação e Fiscalização (COF). O objetivo central do encontro foi dialogar sobre as principais demandas que chegam ao Conselho Regional de Psicologia relacionadas à prática profissional no âmbito da Assistência Social.



Participaram do diálogo a presidente da CPAS, Sandra Regina Coimbra (CRP-12/00448), a conselheira Janaina Henrique (CRP-12/05625) e as colaboradoras Maria Claudia Goulart da Silva (CRP-12/05531) e Thais Helena Monteiro da Silva (CRP-12/04777). Representando a COF, esteve presente o psicólogo assistente técnico Zenóbio Cosme Gonçalves Ferreira (CRP-12/23682).


Pontos Críticos em Pauta
Durante a reunião, Zenóbio apresentou um panorama das dificuldades mais recorrentes relatadas pela categoria à COF. Os tópicos discutidos refletem os desafios cotidianos enfrentados pelas(os) profissionais na ponta do sistema:

  • Autonomia e Atribuições: Interferências na autonomia profissional, dificuldades na definição de atribuições e riscos de desvio de função.
  • Estrutura de Trabalho: Baixo número de psicólogas(os) nos equipamentos, insuficiência de equipes multiprofissionais e condições precárias de trabalho (falta de materiais e espaços inadequados).
  • Documentos e Prática: Desafios na produção de documentos psicológicos em contextos multiprofissionais.
  • Demandas Externas: O impacto do “transbordo” de demandas vindas do Sistema de Justiça.
  • Valorização: A pauta da jornada de 30 horas para a categoria.



Próximos Passos
Para a CPAS, o estabelecimento deste diálogo contínuo com a COF é fundamental para obter subsídios reais que orientem as ações da comissão. A partir desses dados, o objetivo é produzir orientações técnicas e ações políticas que respondam de forma direta aos pontos críticos da atuação na Assistência Social.

“Nosso foco é fortalecer a psicóloga e o psicólogo que atuam na assistência, garantindo que tenham suporte técnico e ético para enfrentar os desafios institucionais e sociais da profissão”, destacou a presidente da CPAS.

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