CRP-SC participa do lançamento da Cartilha da Lei Maria da Penha traduzida para a língua do povo Xokleng Laklãnõ

CRP-SC participa do lançamento da Cartilha da Lei Maria da Penha traduzida para a língua do povo Xokleng Laklãnõ

CRP-SC participa do lançamento da Cartilha da Lei Maria da Penha traduzida para a língua do povo Xokleng Laklãnõ

Nesta quarta-feira, 10 de junho, o Conselho Regional de Psicologia de Santa Catarina (CRP-SC) participou do lançamento da Cartilha da Lei Maria da Penha traduzida para a língua do povo Xokleng Laklãnõ, realizado na Aldeia Plipatol, em José Boiteux. A iniciativa representa um importante avanço na promoção do acesso à informação e à garantia de direitos das mulheres indígenas, fortalecendo as ações de prevenção e enfrentamento à violência de gênero em territórios indígenas.

 

Um dos destaques do projeto foi a participação ativa das mulheres indígenas Xokleng Laklãnõ na construção da cartilha. Além de contribuírem para a tradução do conteúdo para sua língua materna, elas participaram do processo de elaboração do material, garantindo que as informações fossem apresentadas de forma culturalmente adequada e acessível à comunidade. As mulheres que colaboraram na construção da publicação também estiveram presentes no evento de lançamento.

 

Representando o CRP-SC, participou da atividade a conselheira-tesoureira Janaina Henrique (CRP-12/05625). O evento reuniu representantes de diversas instituições comprometidas com a promoção dos direitos das mulheres e dos povos indígenas, entre elas o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), a Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família e o Conselho Estadual dos Povos Indígenas (CEPIN).

 

A tradução da cartilha para a língua do povo Xokleng Laklãnõ amplia o acesso às informações previstas na Lei Maria da Penha, promovendo uma comunicação mais acessível e respeitosa às especificidades linguísticas e culturais da comunidade. A iniciativa reforça o compromisso com a inclusão, a valorização dos saberes indígenas e a efetivação dos direitos humanos.

 

O lançamento da publicação evidencia a importância da atuação conjunta entre instituições públicas, lideranças indígenas e comunidades locais na construção de políticas e ações que fortaleçam as redes de proteção às mulheres e promovam o acesso à informação de forma democrática e intercultural.

 

Para o CRP-SC, participar de iniciativas como esta reafirma o compromisso da Psicologia com a defesa dos direitos humanos, a valorização da diversidade cultural e o fortalecimento de ações que contribuam para uma sociedade mais justa, inclusiva e livre de violências.

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