CRP-SC participa de debate sobre políticas institucionais de enfrentamento à violência contra as mulheres

CRP-SC participa de debate sobre políticas institucionais de enfrentamento à violência contra as mulheres

CRP-SC participa de debate sobre políticas institucionais de enfrentamento à violência contra as mulheres

As conselheiras Geane Rosa (CRP-12/22325) e Lana Baêta (CRP-12/21885), representando o Conselho Regional de Psicologia de Santa Catarina (CRP-SC), participaram, nesta quinta-feira, 2 de julho, do evento Políticas Institucionais para o o Combate à Violência contra as Mulheres, realizado no Plenário da OAB/SC.

 

A atividade reuniu integrantes do sistema de justiça, da segurança pública, da advocacia, da sociedade civil e de instituições que atuam na proteção e garantia dos direitos das mulheres, fortalecendo o diálogo e a articulação entre os diferentes setores envolvidos no enfrentamento à violência de gênero.

 

Ao longo da programação, foram apresentadas iniciativas desenvolvidas por diferentes instituições, além de dados sobre o acesso aos serviços, avanços alcançados e desafios ainda existentes para ampliar a proteção às vítimas e qualificar a rede de atendimento.

 

As discussões evidenciaram a importância da atuação integrada entre os diversos órgãos e instituições, reforçando que o enfrentamento à violência contra as mulheres depende da construção e do fortalecimento de políticas públicas cada vez mais efetivas, capazes de prevenir novas ocorrências e contribuir para a redução dos índices de feminicídio.

 

O debate também destacou a necessidade de ampliar os espaços de diálogo e cooperação, reconhecendo o papel fundamental de áreas como saúde, educação e assistência social na prevenção da violência e no fortalecimento da rede de proteção. A atuação articulada e contínua entre diferentes esferas foi apontada como elemento essencial para a construção de respostas mais eficazes e humanizadas.

 

Ao final, foi reforçado o entendimento de que a violência doméstica e familiar não pode ser tratada como uma questão restrita ao sistema de justiça ou à segurança pública. Trata-se de um grave problema de saúde pública e de direitos humanos, cujo enfrentamento exige ações integradas, permanentes e comprometidas com a promoção da equidade, da proteção e de uma cultura de respeito e prevenção em toda a sociedade.

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